quarta-feira, 22 de maio de 2013

Linguiça à moda "Carreteiro".

Ingredientes
  • 5 kg de carne moída de ovelha ou carne mista bovina e suína
  • 1/3 xícara (chá) mais 1 colher (sopa) de sal
  • 30 dentes de alho picados
  • 1 1/2 colher (chá) de pimenta do reino
  • 1 colher (sopa) de pimenta calabresa
  • 1/2 xícara (chá) mais 2 colheres (sopa) de vinho tinto seco
  • 1/2 xícara (chá) de salsa e cebolinhas picadas
  • Tripa seca para embutir a linguiça 
Modo de preparo
  • Em uma vasilha grande, adicione à carne, o sal, o alho, a pimenta, o vinho, a salsinha e a cebolinha.
  • Mexa tudo muito bem, até obter uma mistura homogênea.
  • Cubra e deixe descansar, de um dia para o outro, na geladeira.
  • No dia seguinte, deixe em temperatura ambiente por 1 hora antes de começar a encher as tripas.
  • Sirva assada ou frita. 
Rendimento: 20 porções.
Tempo de preparo: 25 horas
Para a linguiça caseira de pernil:

Eu prefiro a linguiça de pernil na tripa fina mas o rapaz do mercado de SP me vendeu gato por lebre. Ele me disse que a tripa ficaria com um dedo de calibre e fiquei P da vida quando vi que ela tinha a mesma espessura da tripa larga que tinha comprado do Sr. Martins, aqui em Uberlândia, para fazer a cuiabana.

Os ingredientes são:

4 quilos e meio de pernil gordo passado na parte grossa da máquina de moer ou picado na ponta da faca (peça para o açougueiro o pernil com a capa de gordura, ele deve ter mais ou menos 70 % de carne e 30 % de gordura. Se o pernil estiver magro, use 30% do peso da carne em toucinho)
12 pimentas bode
10 dentes de alho
70 g de sal fino
pimenta do reino moída na hora, à gosto
70 g de tempero caseiro
1 pitada bem pequena de noz moscada (opcional)
1 copo de água gelada
Eu não uso cheiro verde porque ele oxida, muda o sabor e deixa uma cor feia, se você gostar, pode usar.


Pique ou moa a carne com a gordura e reserve.
Bata a água, o sal, os temperos, a pimenta, o alho e a noz moscada no processador e tempere a carne.
Deixe a carne descansar na geladeira por, no mínimo, 6 horas.

Se suas tripas forem salgadas, lave muito bem em água corrente e deixe de molho em água com metades de limão por 1 hora.
Monte seu moedor ou pegue seu funil e vá encapando a parte fina com a tripa (não seja bobo como eu e pense bobagens nessa hora, tá?).  Coloque o máximo de tripa que conseguir para facilitar.
Tome muuuuito cuidado para não furar a tripa nessa hora.
Dê um nó bem apertado na ponta da última tripa e coloque a carne na máquina (ou na parte larga do funil) e vá pressionando para que as tripas se encham.
Não encha demais para não correr o risco da película se romper na hora de assar ou fritar.
Faça gomos, ou a medida que você preferir, e amarre a ponta final.
Espere, no mínimo, 12 horas para fritar ou assar.
Se tiver, acenda o fogão a lenha e deixe as linguiças curando algumas horas na fumaça.
Para a linguiça Cuiabana eu usei: (linguiça cuiabana, que de cuiabana não tem nada, ela foi inventada por paulistas, é feita com queijo, leite e carne de vaca)

3 quilos e meio de alcatra limpa e picada na ponta da faca (ou passada no moedor largo para ficar bem pedaçuda)
500g da gordura da maçã de peito, ou peito de boi, picada em pequenos pedaços e passadas no processador, nesse caso a quantidade de gordura é menor porque já tem o queijo e o leite)
10 dentes de alho
10 pimentas tipo bode
1 pitada de noz moscada
pimenta do reino moída na hora, à gosto
120 g de sal fino (eu usei 70 g de sal e 50 g de tempero caseiro)
2 litros de leite
700 g de queijo minas ou muçarela em cubinhos pequenos (eu usei muçarela porque meu queijo estava muito fresco)
cheiro verde picado, a gosto


Lembrando que essa receita eu copiei da amiga Kris Nardini

Uberlândia, MG, Brazil

domingo, 2 de setembro de 2012

Yakisoba no "Disco de Arado"







Esse yakisoba que eu faço no "disco de Arado" , quando está todo mundo reunido e querendo alguma coisa gostosa e rápida para o jantar.

  Ele fica pronto em minutos e você pode usar tudo que está na geladeira.

  Como é comida de quinta, o macarrãozinho do Miojo também tá valendo, tá?

  Pode ser o próprio para Yakisoba ou qualquer outro tipo de macarrão instantâneo.

  Aqueça uma panela com água, cozinhe 01-pacote grande (ou 02-pequenos) de macarrão instantâneo por 02 minutos e meio, escorra bem e coloque no "Disco de Arado" bem quente e com 01 fio de óleo e 01- colher, das de sobremesa, de óleo de gergelim.

  Frite o macarrão até ele começar a ficar crocante e junte 01- xícara, das de sobremesa, de shoyu.
  Mexa bem, deixe o shoyu colorir todo o camarrão, retire do "Disco de Arado" e reserve na mesma panela que você cozinhou o miojo.

  Ainda no "Disco de Arado", junte 01- ou 02-bifes cortados em tirinhas finas (pode ser de boi, de porco ou de frango ou camarões pequenos) e temperados apenas com um fio de shoyu, e frite até começar a dourar.

  Junte a carne ao macarrão e coloque no "Disco" as tirinhas de legumes da sua preferência.

  Eu usei tirinhas finas de cenoura, cebola roxa, pimentão verde e acelga.

  Quando os legumes começarem a murchar, junte 01-xícara, das de café, de shoyu e 01-pitada de ajinomoto, mexa bem e coloque os legumes no "Disco de Arado" com o macarrão e a carne.

  Volte o "Disco" ao fogo apenas para incorporar os ingredientes.

  Acrescente mais algumas gotinhas de óleo de gergelim e pronto...

  Em 35 minutos vc terá um prato quentinho, saboroso e beeeem SHOW !!!

Ervas e Temperos da boa cozinha:





Aqui vão algumas dicas para se usar as ervas na culinária;

1. Alecrim:

Costumo utilizar tanto fresco quanto o seco. Ervas frescas, se você tiver no quintal da sua casa sempre serão a melhor opção, no entanto, opto pelas secas e desidratadas.

Utilizo o alecrim para carne de gado, porco, peixe e também em preparações com batatas e mandioca. Não abuse da quantidade pois o mesmo possui um sabor marcante e forte.

2. Açafrão ou cúrcuma:

O açafrão original é extraído dos estigmas de uma variedade de flor da família das Iridáceas. É um dos temperos mais caros do mundo e portanto em algumas partes do país, bem difícil de ser encontrado.

Aqui no Brasil, utilizamos o açafrão-da-terra ou cúrcuma que é uma planta da família do gengibre, que também é a base para outro tempero, o curry. Costumo utilizar este tempero principalmente no preparo de risotos, frango e qualquer tipo de arroz.

3. Canela:

Costumo utilizar em pratos doces como: arroz doce, bolos, tortas, chás, etc. Em casa sempre tenho em pau e em pó.

4. Chimi-Churri:

Tempero tradicional da Argentina que tem conquistado cada vez mais adeptos. É uma mistura de diversos temperos secos e desidratados como: salsinha, alho, tomilho, orégano, pimenta vermelha, pimenta do reino, pimentão, louro, mostarda e salsão. Toda esta mistura irá virar um molho se for acrescido de vinagre e azeite.

Costumo utilizar muito no preparo de carnes vermelhas, mas também deve ser consumido com moderação. Experimente fazer o molhinho e comer junto com um churrasco, fica uma delícia.

5. Colorau ou Colorífico:

Condimento preparado a base da semente do urucum, que é o fruto da árvore urucuzeiro. As sementes de tom bem avermelhado são muito utilizadas pelos índios para a pintura de seus corpos, bem como para tingir suas roupas.

Na culinária é utilizada basicamente para dar cor aos alimentos uma vez que não possui um sabor característico. Eu utilizo sempre no preparo de frangos. Como não suporto frango com cara de anêmico, uma colher de chá deste mágico temperinho, deixa o franguinho com uma cara mais saudável.

6. Cominho em pó:

Semente de origem asiática, mais facilmente encontrada na forma de pó. Muito utilizada em preparo de comidas baianas. De sabor forte e marcante deve ser utilizada com moderação. É amada por uns e odiada por outros.

Em casa utilizo tanto na preparação de carnes vermelhas para ensopados, assados e até mesmo em sopas e molhos. Experimente também colocar um pouquinho de cominho em um refogado de repolho, tenho certeza que irá amar.

7. Cravo da índia:

O que utilizamos como cravo, é na verdade o botão de uma flor nativa da Indonésia, porém já produzida em outros lugares do mundo.

Na preparação de caldos, o sabor do cravo faz toda a diferença, e por isso a dica de se espetar alguns cravinhos em cebola é ideal. Também faço uso em preparações de sobremesas como sagú e em bebidas como vinho quente e quentão.

8. Curry ou Caril:

É uma mistura de especiarias muito utilizada na culinária asiática. Composta dentro outros ingredientes por: açafrão, cardamomo, coentro, gengibre, noz-moscada, pimenta, cominho e canela.

Utilizo para temperar frango e carnes vermelhas, em ensopados de legumes e também em arroz e risottos.

9. Erva-doce (em semente):

Certa vez utilizei em uma receita salgada, que era feita com linguiça, porém ao meu paladar ficou bem esquisito.

10. Gengibre:

Apesar de não ser uma erva e sim uma raiz, eu o considero como um tempero e dos bons e também é muito utilizado na culinária asiática. Só não o utilizei ainda em molhos, de resto garanto que já preparei de todos os modos. Sopa em casa? Tem que ter gengibre. Frango assado? Sempre com gengibre. Confesso que até picadinho misturado com arroz e feijão fica uma delícia. E ele em conserva é simplesmente maravilhoso.

11. Lemon & Pepper:

Uma mistura de raspas de limão siciliano e haiti com pimenta do reino branca e preta, este é o lemon & pepper. Em casa utilizo muito desta mistura para o preparo de peixes, e por se tratar de um tempero com gosto forte de limão, apenas ele, azeite e sal já conferem ao seu prato um sabor único.

12. Louro:

Muito utilizado na medicina popular para males do estômago e cólicas menstruais, o louro é uma árvore de origem Mediterrânea, de folhas vistosas e muito perfumadas.

Não preciso nem dizer que o fresco tem um sabor muito mais acentuado que o seco, porém, como a duração dele não é muito grande, opto por sempre ter o seco em casa e utilizo principalmente no preparo de carnes de porco, feijão e arroz.

13. Manjericão:

Muito tradicional na culinária italiana, esta erva possui um aroma inigualável e um sabor bem acentuado que deve ser sempre utilizada na preparação de molhos. É um dos ingredientes base do famoso molho ao pesto, e para tanto é necessário utilizar as folhas in natura. Ele seco poderá ser utilizado também em pães, massas e carnes.

14. Noz-Moscada:

Na lista de top 10 dos ingredientes que não podem faltar na minha casa, a noz-moscada reina em absoluto. Não consigo imaginar molho branco e um purê de batata sem este delicioso e perfumado ingrediente. Mas tome cuidado, reza a lenda que ela em excesso pode ter efeitos alucinógenos. Não utilize mais do que 5 gramas por dia senão vai ficar doidona...hehehe.

15. Orégano:

É a mais comum das ervas utilizadas aqui no Brasil. Porque afinal, você imagina pizza sem orégano? Eu não imagino isso e muito mais. E além de ser deliciosa possui propriedades antioxidantes e antimicrobiana. Faço a utilização desta erva em diversos pratos: saladas, molhos, carnes, frangos, mas confesso que com peixe eu acho que fica bem estranho.

16. Páprica Picante:

É feito de pimentão que depois de seco é moído e se torna este condimento. O que diferencia a páprica picante da doce (eu gosto mais da picante por isso nem tenho da outra em casa), é uma substância chamada capsaicina, que varia de acordo com a qualidade do pimentão e que faz, quanto maior for sua concentração, mais ardor terá a páprica.

Gosto muito do sabor da páprica em ensopados e preparações com carne de porco. Além de ajudar na coloração de alimentos, uma vez que ela é vermelhinha.

17. Pimenta Calabresa:

A tradicional é feita a base de pimenta aji seca. Porém no Brasil a sua forma mais tradicional é a da pimenta dedo-de-moça. Eu sou doido por essa pimenta. Como não utilizo pimenta do reino (a não ser a do lemon & pepper) substituo utilizando por esta, e coloco em todo e qualquer prato. Ela é mais ardidinha que a do reino, então também deve ser usada com cuidado.

18. Pimenta Síria:

Também conhecido como Bahar. Mix dos seguintes condimentos: pimenta do reino preta e branca, pimenta da jamaica, canela, cravo e noz-moscada. Em qualquer preparação da culinária árabe, este tempero é imprescindível. Uso muito para temperar quibes, e depois que aprendi a utilizá-lo, não deixo de fazer nunca, porque o sabor do prato fica muito mais gostoso.

Bom pessoal, é isto. Uma pequena explicação do que tenho em casa e não deixo nunca acabar. Claro que existe muito mais por trás da história de cada uma destas maravilhas, mas procurei ser bem objetivo.

 A fonte das pesquisas foi a internet em diversos sites.

Tempro Supimpa














Esse molho é bem gostosinho. Dá pra temperar carne ou até comer na torradinha.


Ingredientes
  • 3 cebolas médias
  • 2 cabeças de alho
  • 1 mão de folhas de manjericão
  • 1 ramo de alecrim
  • 1 maço de cheiro verde
  • 2 colheres (de sopa) de sal
  • 1 xicarazinha (de café) de óleo (ou azeite de oliva)

Modo de Preparo:
Corte a cebola e as folhas. Coloque no liquidificador o óleo e a cebola (que fica mais líquida quando batida). Depois acrescente os outros ingredientes e bata até que fique cremoso. Coloque em um recipiente que tenha tampa e guarde na geladeira
 
 Comida mineira - torresmo

Pegue 3 quilos de barriga de porco bem carnuda e corte em tirinhas...
Leve uma panela grande, com água, ao fogo e coloque 3 colheres, das de sopa, bem cheias de tempero caseiro.
Quando a água ferver coloque as tiras de barriga e cozinhe até a carne ficar macia.
Escorra muito bem e leve para a geladeira até o dia seguinte.
No outro dia polvilhe pitadinhas de bicarbonato e frite em óleo bem quente.
Ficam sequinhos e ótimos.


Obs: Coloque uma peneira de arame como tampa, evita esparramar gordura... caso etoure, rsrs !